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sábado, 29 de março de 2014

hoje o dia foi assim

 em preparativos para a páscoa....
 eu e o d. pintámos
 a i. fingiu que pintou
e o adelino mostrou-nos um cão com 15 dias que a i. baptizou de dartacão

sexta-feira, 28 de março de 2014

protótipos



revistas digitais


eu gosto de papel. os corredores de papelaria atraem-me. blocos, papel de embrulho, papel de seda, guardanapos de papel, enfim....
por conseguinte, tenho dificuldade em libertar-me dos bocados de papel que vou colecionando.
guardo recortes de fotografias inspiradoras, restos de papéis de chocolates, exemplares únicos de guardanapos de papel especialmente atraentes, revistas velhas.....tudo na esperança de poder usá-los nalgum projeto futuro.
o mesmo se passa com caixas de cartão. quer sejam de sapatos, chocolates, artigos de informática, talheres, ovos, cremes ou bijutaria. desmonto-as, espalmo-as e  vão para a caixa respetiva, para poderem servir de embrulho ou de molde para novas caixas.
não é por coincidência que este blog se chama "coisas numa caixa"...:)
só para terem uma ideia,  tenho uma caixa cheia de sobras das cartolinas que usei para fazer as caixas que oferecemos aos convidados no nosso casamento, que foi em 2007! 
agora que penso no assunto, será por isso que a minha casa tem bichos da prata???
adiante. na minha paixão por papel incluem-se, naturalmente, as revistas: de viagens, de atualidade, de decoração, de crafting e de moda.
a minha veia forreta leva-me, contudo, a ser parcimoniosa nos meus gastos, pelo que, as revistas digitais são uma boa opção.
é claro que não é a mesma coisa. não existem fisicamente na minha sala ou no meu escritório. não dá para ler um artigo, marcar, e voltar mais tarde, com mais tempo. não têm cheiro. não dão para recortar...
mas além de serem gratuitas, podem ser o caminho do futuro.
veja-se o caso da revista domino, que terminou em janeiro de 2009, face à recessão nos EUA, mas cuja popularidade a vez renascer, creio que em 2013, inicialmente em versão digital, e agora, novamente, em papel.
deixo aqui 3 sugestões: duas de decoração e design e outra sobre parentalidade. podia armar-me em intelectual e sugerir umas outras mais eruditas, mas acho que não é esse o propósito deste blog.
boas leituras!

quinta-feira, 27 de março de 2014

rasgo, ou a falta dele....

via http://red-elephant.pt/pt/

o universo das festas não tem fim. 
neste momento existem na net, e não só, lojas e lojas de produtos apetecíveis. falo, claro está, não das básicas velas de aniversário, mas de artigos que até há bem pouco tempo víamos em fotografias no pinterest, por exemplo, ou em revistas internacionais, mas que não estavam disponíveis no mercado nacional.
e pese embora veja com agrado que até em coimbra começa a haver uma maior oferta (veja-se, por exemplo, o caso da coimbra concept store ou da events pleasure ou ainda da percursora cake lovers), às vezes, porém, acho que os produtos são sempre iguais: as mesmas palhinhas de papel, os mesmos pratos, as mesmas bases para bolos....
e não estou a dizer que não gosto deles. é claro que gosto, e se tivesse um orçamento ilimitado aumentaria exponencialmente a minha parafernália para festividades, mas não percebo porque é que todas estas lojas têm de oferecer exatamente a mesma coisa o que conduz, inevitavelmente, a que todas as festas sejam iguais umas às outras, sem uma ponta de originalidade.
passámos de um extremo ao outro, em meia dúzia de anos: antes, não havia nada; agora, temos várias lojas que vender o mesmo.
quando havia menos oferta dava-se, provavelmente, mais asas à imaginação. agora basta chegar à loja, comprar os guardanapos padrão chevron e as palhinhas de papel e ficamos com uma mesa igual à do catálogo.
será que não há um rasgo de originalidade no meio de tudo isto? 
é por isso que gosto, cada vez mais, dos blogs das americanas joy cho (do blog http://ohjoy.blogs.com) ou jordan ferney (em http://ohhappyday.com), mulheres de negócios, de sucesso e que são  a prova viva que podemos ir sempre para lá do óbvio, quer seja na decoração, quer na forma como vivemos a nossa vida em geral.

terça-feira, 25 de março de 2014

bolacha mulata



os auditores têm uma vida, por vezes, muito dura.
andam fora de casa durante semanas a fio, fazem milhares de quilómetros de autoestrada,  trabalham a horas impensáveis, em absoluto desrespeito do cumprimento do período máximo de trabalho diário, recebem cada vez pior, etc, etc.
por outro lado, deambulam de norte e a sul do país, ficando a conhecer algumas maravilhas escondidas, pernoitam em hotéis onde usufruem das respetivas comodidades, incluindo piscinas interiores e comem, muito e, normalmente, muito bem.
almoçam fartamente com os administradores das respetivas empresas, jantam com os colegas auditores, comem nas cantinas das empresas, e petiscam nos coffee breaks das reuniões de abertura e encerramento das auditorias.
vindo de uma dessas semanas de grandes comezainas, o meu caro marido falou-me das bolachas mulata.
apesar de ter “primos” na terceira, confesso  que nunca tinha ouvido falar das ditas bolachas e só por mero acaso dei com elas, na seção dos produtos regionais do jumbo.
o que posso dizer é que a bolacha mulata é uma espécie de bolacha torrada, com sabor a chocolate, oriunda dos açores, da ilha de s. miguel.
desde que a provei, descobri, que afinal, a dita bolacha é conhecida de todos e há receitas para todos os gostos: bolacha mulata com leite simples, bolo de bolacha mulata, gelado de bolacha mulata, semi frio de ananás com bolacha mulata, and so on…..
efetivamente, é uma boa bolacha. para os que não conhecem, aconselho!

segunda-feira, 24 de março de 2014

cabaz de coisas boas

tudo começou com uma caixa de morangos. depois de esvaziarmos o seu conteúdo, num destes fins de semana, no vale da serra, fiquei a olhar para a dita, a pensar que podia ser reciclada, para qualquer outro propósito. mas para quê?
primeiro, pensei no óbvio: o baptizado. depois, lembrei-me de algo melhor: fazer um cabaz para os meus amigos a&a, os recém pais.
pintei a caixa de branco e forrei o fundo com um papel divertido.
finalmente, pensei nas coisas que eles mais gostam, e enchi-o de coisas boas, que eu gostava de ter recebido quando a m. nasceu (ou em qualquer altura, para ser sincera): azeitonas verdes gordas, queijo, cajus, bolachas com recheio de geleia de laranja, sugus...
espero que lhes saiba bem quando se sentarem no sofá, ao final do dia, a descansar.




quinta-feira, 13 de março de 2014

dinheirão para as viagens



já só faltam 5 meses para as férias de verão!!! é boa altura para começar a amealhar para os passeios, as jantaradas, as bolachas americanas e os alugueres de chapéus de sol na praia.
e que tal começar a juntar uns euros numa garrafa como esta? uma boa ideia, via hipbazar, em http://www.hipbazar.com/